"Curta, Conecte, Produza Cultura Negra"
Plataforma cultural, cujo objetivo é promover o diálogo inter-racial, a partir da cultura negra. www.feirapreta.com.br
MEU VIDEO ALGUMAS DAS MINHAS IMAGENS
Iniciado por Daniel Tranza Negra 21 horas atrás .
PROJETO CANTO DE PRAÇA REALIZADO POR RAIMUNDOANDRADE LEVA A CULTURA EM TODOS OS BAIRROS DE VARGINHA MG.
Iniciado por Raimundo Andrade 1 Fev.
Sandália de dedos Minha sandália não é havaiana Nem acompanha ritmo de baiana Mas na negritude de meus pés Calço o lixo que vem do convés O mesmo convés dos negreiros Disfarçados de padroeir…
Iniciado por Natalino R O Soares 31 Jan.
O ESPAÇO CULTURAL ALMIRANTE JOÃO CÂNDIDO ESTÁ LOCALIZADO: RUA DEFENSOR PÚBLICO ZILMAR DUBOC PINAUD, 232 - 3º ANDAR DO PRÉDIO MERITI-PREVI - VILAR DOS TELES - SÃO JOÃO DE MERITI - RJ RESPONSÁVEL: FÁ…
Iniciado por ESPAÇO CULTURAL A. JOÃO CÂNDIDO. Última resposta de Natalino R O Soares 31 Jan.
O Prefeito de SP, Gilberto Kassab, Sancionou o Projeto de Lei do Vereador Penna sobre o dia do Design Sustentavel ( 16 de setembro) O projeto de lei do vereador Penna (PV) que cria o Dia do Design S…
Iniciado por Patricia Penna 28 Jan.
O ataque contra a seleção de Togo em Angola chamou a atenção da mídia internacional para o antigo movimento pela independência da província angolana de Cabinda. Entenda quem está por trás do ataque…
Iniciado por ESPAÇO CULTURAL A. JOÃO CÂNDIDO. Última resposta de Stella Maris de Morais 24 Jan.
Vimos que o Haiti está passando uma situação catastrófica, onde milhares de pessoas morreram, outras milhares ficaram desoladas, sem abrigo, sem comidas, sem rumo, sem paradeiro. li uma reportagem q…
Iniciado por Marcia Brandão. Última resposta de Marcia Brandão 22 Jan.
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Iniciado por Rê Morais. Última resposta de Rê Morais 3 Jan.
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Adicionado por Balrog Zona Leste Somos Nóis!
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Adicionado por Maria Angelica
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sexta-feira
15 janeiro 2010 às 20:00 a 14 janeiro 2011 às 20:00 – VILLAREJO - TIQUATIRA (PENHA)
sábado
sexta-feira
19 fevereiro 2010 às 10:00 a 20 fevereiro 2010 às 17:00 – BELA VISTA
terça-feira
segunda-feira
domingo
9 outubro 2011 de 18:00 a 19:00 – CCPC CONSOLACAO AV CONSOLACAO
sábado
3 março 2012 às 18:00 a 3 julho 2012 às 19:00 – EXPO CENTER NORTE
(Deu no UOL). "Faleceu aos 70 anos, vítima de infarto, na noite dessa segunda-feira (8), José Ramiro Sobrinho, o Pena Branca, que por 37 anos formou dupla com seu irmão Xavantinho, falecido em 1999.
Pena Branca estava em sua casa, em São Paulo, ao lado da esposa, quando reclamou de dores no peito e caiu da cadeira. O cantor foi levado ao hospital São Luiz Gonzaga, no Jaçanã, mas não resistiu.
Ícones da música sertaneja de raiz, os irmãos apresentavam um contraste curioso: eram típicos caipiras, no comportamento simples e na forma de falar, mas sempre estiveram envolvidos com nomes importantes de um sertanejo mais poético, de Rolando Boldrin, por quem já foram produzidos, e de Renato Teixeira, com quem lançaram um CD ao vivo em 1992.
A música mais lembrada nesses próximos dias, provavelmente será "O cio da terra", composta por Chico Buarque e Milton Nascimento.
No entanto, o público sertanejo deverá se lembrar mesmo da canção "Cuitelinho", que já apareceu em várias listas sobre músicas sertanejas mais importantes da história.
Além dessas duas, existem outros inúmeros clássicos nas vozes dos irmãos, entre eles, "Calix Bento" e "Chuá, Chuá".
Na década de 1980, a dupla passou mais de cinco anos sem gravar, após negar um pedido da gravadora de se adequar ao mercado sertanejo que começava a crescer.
No último sábado, a simplicidade de Pena Branca foi lembrada na gravação do DVD de Sérgio Reis e Renato Teixeira.
Durante uma pausa na gravação, Sérgio Reis contou que certo dia, Pena Branca ligou em sua casa perguntando: "recebi uma carta aqui dizendo que eu ganhei um tal de Grammy, que isso?".
Pena Branca se referia ao Grammy Latino conquistado em 2001, com o álbum "Semente caipira", o primeiro gravado após o falecimento do irmão".
(Deu no Le Monde, por Brigitte Perucca, enviada especial a Garissa - nordeste do Quênia).
"A lâmpada pendurada nas folhagens da acácia prova: a aula começa cedo e termina tarde para as crianças de Saka Junction, um acampamento instalado a cerca de 80 quilômetros de Garissa, cidade situada no nordeste do Quênia. Um dia de escola dividido em dois, sendo que a maior parte do tempo restante é dedicada às cabras, búfalos e camelos, que devem ser vigiados e levados aos pastos.
Amanhã, dentro de alguns dias ou alguns meses, a lousa será pendurada em uma outra árvore, a algumas dezenas de quilômetros de lá. Aqui, nessas províncias desfavorecidas do país onde vivem mais de 5 milhões de pessoas, as escolas seguem um ritmo que se adapta ao cotidiano e sobretudo ao vai e vem desses somalis criadores de animais que podem, dentro de um mesmo mês, se mudar até duas ou três vezes, e percorrer centenas de quilômetros em um ano.
Essa classe itinerante faz parte das “escolas móveis” que se multiplicaram nos últimos meses nessa região árida. Elas reúnem 110 mil crianças, em 91 escolas. Mas seu número efetivo é ainda maior, se contarmos aquelas que, assim como a de Saka Junction, ainda não são financiadas pelo governo.
O Quênia, que deu um salto bastante impressionante em dez anos no campo da educação (de 68,8% em 1999, o índice de escolarização primária passou para 92,5%), tem seus marginalizados. Entre eles, os filhos dos pastores somalis, juntamente com as crianças das favelas de Nairóbi, certamente são os mais abandonados tanto em questões escolares quanto sanitárias.
Cúmulo da desigualdade, ainda que o Quênia tenha instaurado a gratuidade na escola primária em 2003, as famílias de Kibera, a maior favela de Nairóbi, com 1 milhão dos 3 milhões de habitantes da capital, devem pagar entre 100 e 200 xelins (entre R$ 3,30 e R$ 6,60) por mês. Pois das 148 escolas registradas em Kibera, somente seis são públicas, e as demais são administradas por ONGs.
Resultado: em Mombasa e na costa, 83% das crianças frequentam a escola primária, e em Nairóbi somente 60%, sendo que 64% das que estão em zonas áridas, concentradas no nordeste do país, são excluídas delas. Excluídas entre os excluídos, menos de um quarto das meninas são escolarizadas ali.
De Garissa, chega-se aos vilarejos e aos acampamentos pelas “Shell roads”, pistas abertas na época da colonização e assim apelidadas porque os britânicos procuravam petróleo na região. Com pouca ou nenhuma água, exceto por alguns reservatórios.
Ignorado na época do Império (exceto por essas riquezas petrolíferas), o nordeste do Quênia, muçulmano em um país majoritariamente cristão, continua assim há mais de 40 anos. Ninguém aqui fala suaíli, a língua dominante. A criação de animais, ainda bastante lucrativa, sustenta esses pastores: um camelo é negociado por cerca de 50 mil xelins (R$ 1.213). Mas a contrapartida desse modo de vida pastoral é muito pesada. A partir de Saka Junction, a primeira escola primária se situa a 21 quilômetros, e a primeira clínica a 24 quilômetros.
Cidade do Quênia ganha projeto que dá laptop para crianças
Depois que as ONGs iniciaram o movimento em favor das escolas móveis, o governo assumiu. “Cada vez mais nômades abandonam o pastoreio, daí a importância de que eles recebam um mínimo de educação”, explica Mohammed Elmi, o ministro do Desenvolvimento do Norte, cuja pasta foi criada há 18 meses para tentar eliminar o enorme abismo que há entre essas regiões e o resto do país.
A seca, terrível como a de outubro e novembro passados, constitui uma das razões desse abandono, mas a necessidade de garantir uma paz social entre as tribos prestes a entrar em conflito representa uma outra motivação governamental para desenvolver a educação e a formação dos nômades. Mas o Estado queniano parece mais seguir o movimento do que precedê-lo, de tão forte que é a demanda das comunidades por escolas nômades.
Cada vez mais determinadas, as famílias organizam o emprego do tempo, determinam quais das crianças irão à escola, ao passo que as outras se encarregarão de levar o gado por longas distâncias e, sobretudo, escolhem o professor. Nesse acampamento de uma centena de famílias, nenhum adulto sabe ler, mas todos têm grandes esperanças com a educação. “Nós somos ignorantes como animais. O futuro será pior sem educação”, diz Abdi, um dos homens. Isso poderá fazer com que eles vão para as cidades e abandonem a criação de animais? Essas famílias, em via de sedentarizarão, parecem dispostas a tentar. Sinal dessa crescente sedentarizarão, a mesquita é construída de forma definitiva, ao passo que as casas ainda são cabanas redondas desmontáveis e transportáveis por camelos.
Hassan Farah acaba de assumir as classes, desde o início de janeiro. Dois grupos foram formados: um com 22 crianças de 4 a 6 anos, e outro com 32 alunos de 9 a 15 anos. Aos 36 anos, Hassan Farah dispõe de certa experiência por ter sido “assistente” em uma escola durante vinte anos. Ibrahim, outro desses voluntários, frequentou a universidade durante dois anos. O número efetivo de sua classe, com 134 crianças, é bem maior.
Para esses dois homens, a ajuda levada às comunidades pastorais constitui a motivação principal. Com segundas intenções para Ibrahim, que “quer ser político mais tarde” e então mostrar “que fez o bem para sua comunidade”. Seguido pelo salário esperado, de cerca de 20 mil xelins (R$ 486). Mas por enquanto, foi a comunidade que se juntou para comprar a lousa e as primeiras mobílias.
Ainda que muito minoritárias, as meninas têm representação. Mas a resistência das famílias a escolarizá-las permanece muito forte. Sobretudo quando se trata de enviá-las para uma das “boarding schools”, internatos rurais existentes na região e que eram, antes da criação das escolas nômades, a única opção possível para os nômades. “As meninas podem ser estragadas. Além disso, elas são as melhores no trabalho”, acredita Rukia, uma mãe de oito filhos, dos quais quatro frequentam a escola.
A escola mais próxima, a cerca de vinte quilômetros, reúne 750 alunos, dos quais 280 são internos. Entre eles, 60 meninas. Cerca de 100 alunos desse total vêm de famílias nômades. Prova da explosão escolar nesse país, a mesma escola tinha, em 1986, 73 alunos! Aos 15 anos, Fatima frequenta o internato há quatro anos. Está feliz aqui e alimenta grandes expectativas para o futuro. Ela quer ser médica. E já é a primeira mulher de sua família a saber ler e escrever". Foto: Crianças quenianas caminham de volta da escola para casa na favela de Kibera, em Nairóbi.Tradução: Lana Lim.Postado por Lorival Madeira em 8 fevereiro 2010 às 21:10
Postado por Maria Angelica em 4 fevereiro 2010 às 23:17
Postado por Francisco Henrique em 4 fevereiro 2010 às 11:45
Postado por Roberto Cardoso em 3 fevereiro 2010 às 22:43 ‚Äî 1 Comentário
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Criado por adriana barbosa 29 Dez 2009 at 14:03. Atualizado pela última vez por adriana barbosa 29. Dez, 2009.
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Criado por adriana barbosa 29 Abr 2009 at 2:15. Atualizado pela última vez por adriana barbosa 12. Set, 2009.
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