Feira Cultural Preta

"Curta, Conecte, Produza Cultura Negra"

adriana  barbosa

Arte Preta Contemporanea

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Arte Preta Contemporanea

Esse grupo foi criado com o intuito de reunir artistas para divulgar, discutir, refletir sobre a toda e qualquer produção cultural negra contemporânea.

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katia  martins Comentário de katia martins 1 dia atrás
Convido a todos e todas para o encontro dos poetas do mundo que acontecerá dia 21 de Novembro ás 20hs na Casa das Rosas Av. Paulista 37 Farei uma pequena participação no Sarau declamando uma de minhas poesias sobre o negro.
Mais informações veja meu blog: http://fazendoluz.blogspot.com
josue rodrigues da silva Comentário de josue rodrigues da silva em 7 outubro 2009 às 20:07

Há muitos textos e números que falam a respeito, a maior parte em inglês. É possível encontrar em português. Mas, sabe, falo como nordestino e paraibano. O que pensaria eu falando de mim mesmo enquanto tal e de toda problemática existente em minha região geográfica? Muita coisa torna difícil ouvir os africanos: eles falando por eles mesmos. Há poucos sites escritos em português; a dificuldade e falta de acesso e leitura do próprio povo que passa fome e sede também explica. Seria humano ouví-los. Eles estão em silêncio, não porque queiram. Ninguém (esse ninguém não é absoluto, alguém deve saber) sabe qual o ponto de vista da África, do povo africano por ele mesmo. Até que ponto eles (não me refiro aos que escapam) ainda poderiam se expressar, já que seu corpo, seus olhos, se expressam por si mesmos? Seria deselegante e desagradável exigir explicações deles, ou culpar diretamente a bruxaria e maldições de Deus, pois assim, a Bíblia não diria: "o mundo jaz no maligno". E "todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus". O Japão tem um número muito pequeno de evangélicos e cristãos de modo geral, em termos percentuais. A maioria continua valorizando a praticando antigas crenças e tradições, e é um mundo onde há dignidade e com méritos.
Fico pequeno, incompetente e meio perdido ao falar sobre isso. Na parte em que me acho, fico pensando na natureza humana. Há lados muito bons e outros muito ruins.
Há exércitos de pessoas morrendo assim e não precisa ir longe. Será que alguém próximo de mim não está precisando de uma veste? um sapato que eu poderia dar? Um real pra comprar de pão, escapando por um dia de não passar fome absoluta? Já deixei tanta comida no prato. Já não comi porque não gostei do tempero. E ainda me achei muito pobre, mas nunca passei fome. Pelo contrário, tenho que controlar meu peso.
Orar por eles é bom. Contudo, existe alguém mais próximo de mim, em minha localidade. Digo isto porque qualquer um pode procurar auxiliar outro ser humano. Muitos deles não conseguem chegar em nossas portas pedindo esmolas, abrigo, roupas, um "trocadinho".
É triste se falar em trocadinho nesse país. Deprimente, revoltante. Porque o povo brasileiro é o grande trocadinho dado ao mercado internacional para que empresas famintas de poder, glória e dólares comam nossas sacrificadas riquezas. Como se não fosse pouco, ainda temos que suportar o roubo institucionalizado, o roubo culturalizado, entranhado na mentalidade, no comportamento. Como se ainda fosse pouco, muitos ainda ousam roubar a própria alma das pessoas, o reduto da fé, um elo de aproximação com Deus.

temos que dar mais valor a vida , hoje nos temos pra comer ,e eles nao tem nada...
ZÉH* →Charm, this is my world← Comentário de ZÉH* →Charm, this is my world← em 4 setembro 2009 às 20:55
Uma dica de livros sobre a história da Africa
O Historiador Alberto da Costa e Silva lançou dois livros fantásticos sobre a África:
A Enchada e a Lança.
A Manilha e o Libambo.

Além desses, existem outros livros que falam da História africana, como O Menino Fula, de Hamadou Hampâté Bâ, História Geral de África(JD Fage), Nações Negras e Civilização(Cheik Anta Diop) livro ainda não lançado no Brasil, Negras Raízes(Alex Haley) e História Geral da África(8 Volumes) feito pela Unesco.

Eu recomendo esses acima citados ... são maravilhosos !

Boa sorte e grande abraço!
Flavio Tavares Comentário de Flavio Tavares em 25 junho 2009 às 4:24
A história da Etiópia está documentada como uma das mais antigas do mundo. Segundo descobertas recentes, a espécie Homo sapiens seria originária dessa região e daí se teria espalhado pelo mundo.
Junto com os países vizinhos de Eritréia, Sudão, Djibouti, Somália e Somalilândia, esta região hospedou também o reino de Axum. A origem de Axum, por sua vez, remonta ao reino de Sabá (ou Shebah), no Iêmen, referido na Bíblia, que, por volta do ano 1000 a.C., se estendia, aparentemente, por todo o Corno de África e por parte da Península Arábica[1].
Desde aproximadamente o século IV a.C. os gregos chamavam de "Etiópia" a todos os países com população de raça negra, sem distinguir reinos nem países. Portanto, a Etiópia, segundo os gregos poderia ser a Núbia do sul de Egito e Sudão, ou poderia ser o reino de Axum, que se concentrava nos arrededores da Eritréia e ao norte da própria Etiópia, mas não há certeza histórica sobre isso.
Fontes gregas referem que o reino de Axum era extremamente rico no século I e a cidade de Adulis (que fica no país vizinho da Eritréia) é frequentemente mencionada como um dos mais importantes portos de África. Documentos oficiais, contudo, colocam a cidade de Aksum como a capital onde se encontrava a corte da Rainha de Sabá. Esse reino tinha, no século II, direito de receber tributos de estados da Península Arábica e tinha inclusivamente conquistado o reino meroítico de Kush, no actual Sudão.
Há indicações do carácter cosmopolita desse reino, com populações judaicas, núbias, cristãs e mesmo minorias budistas[1].

Flavio Tavares Comentário de Flavio Tavares em 19 junho 2009 às 23:15
A cultura contemporânea da Zâmbia é uma mistura dos valores, das normas, do material e de tradições espirituais de mais de 70 povos étnicamente diversos. A maioria dos tribos de Zâmbia moveram-se na área em uma série de ondas migratórios alguns séculos há. Cresceram nos números e muitos viajaram à procura de estabelecer reinos novos, terra de cultivo e pastos. Antes do período colonial, a região conhecida agora como a Zâmbia era o repouso de um número de estados livres. Cada um que tem as ligações econômicas detalhadas um com o otro e o mundo exterior ao longo das rotas de comércio ao leste e à costa oeste de África. As exportações principais eram cobre, marfim e escravos em troca das matérias têxteis, da jóia, do sal e da ferragem. Durante o período colonial, o processo de industrialização e o urbanisation consideraram os povos étnicamente diferentes reunidos por interesses económicos. Isto, assim como a influência muito definitiva de padrões ocidentais, gerou uma cultura nova sem esforço consciente de directrizes polìtica determinadas. Muitos dos habitantes rurais entretanto, retiveram seus costumes e valores indígenos e tradicionais. Após a independência em 1964, o governo reconheceu a cultura do papel devia jogar no desenvolvimento total de uma nação nova e começava a explorar a pergunta de uma identidade nacional. As instituições para proteger e promover a cultura da Zâmbia foram criadas, incluindo a comissão nacional da conservação da herança. Os museus confidenciais foram fundados igualmente e as vilas culturais foram estabelecidas para promover a expressão de talentos artísticos.
Douglas Elias Belchior Comentário de Douglas Elias Belchior em 26 maio 2009 às 2:11
Ainda mais orgulho do meu povo negro..inteligentes... criativos/as. Que espaço sensacional !!!!

Parabéns e vida longa a Este grupo e à Este Sitio !!!

www.uneafrobrasil.org
HELO ALVARENGA Comentário de HELO ALVARENGA em 13 maio 2009 às 20:17
QUANDO LI A ABERTURA DESTE GRUPO ME VEIO A CABEÇA MINHA FUTURA PROFISSÃO , SOU ESTUDANTE DE ARQUITETURA E QUASE NAO CONHEÇO E NEM TRABALHO COM ARQUITETOS NEGROS.
katia  martins Comentário de katia martins em 6 abril 2009 às 2:33
Gostaria de divulgar aqui, que estou fazendo parte de um projeto que pretende divulgar o trabalho literário de mulheres negras.

Caso alguém queira participar, ou conheça alguma mulher negra que escreva poesias, contos ou romances, por favor, entrem em contato comigo, urgente.

Obrigada.
Eduardo Silva Comentário de Eduardo Silva em 23 março 2009 às 14:27
Só se for agora.
Edu
katia  martins Comentário de katia martins em 28 fevereiro 2009 às 2:11

 

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Criado por adriana barbosa 29 Abr 2009 at 2:15. Atualizado pela última vez por adriana barbosa 12 Set.

 

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